Autor:
Eoin Colfer (Tradução Alves Calado)
Editora Record – 2003
Por Zezé Belaz
Ártemis Fowl é um gênio adolescente de 13 anos que constroe o Cubo V, protegido pelo código eterno. O Cubo V é um computador poderoso que faz qualquer coisa, desde invadir computadores até mudar direção de satélites.
Com esse aparelho, o jovem tenta chantagear um poderoso americano chamado Jon Spiro, dono de uma empresa de informática, com passado sombrio e algumas ligações com a máfia.
No entanto, esse encontro e essa suposta chantagem dá errado, o Cubo V é roubado e Butler, seu guarda-costas e amigo é gravemente ferido.
Spiro não consegue decifrar o código eterno, contrata bandidos para pegar Ártemis, pois somente este conhece o segredo.
O Cubo V em mãos erradas como as de Spiro, pode levar o descobrimento do Povo das Fadas que graças a aventuras anteriores se tornaram amigos de Fowl. Tanto que para recuperar o aparelho, Fowl receberá a ajuda da Capitã do LEP (Liga de Elite da Polícia do Povo das Fadas), Holly Short.
Esse livro é interessante pelo simples fato de que o mocinho nada mais é do que um anti-herói. Essa aventura traz ainda uma mistura de espionagem com seres encantados.
E mais uma vez, a ficção traz a tona a era da tecnologia que domina; Primeiro, com as conhecidas, dos humanos e depois com coisas altamente futuristas com o povo das fadas.
Ártemis Fowl – O Código Eterno é o terceiro livro de uma trilogia (8º livro do autor). Os primeiros livros da série foram “O menino prodígio do crime” e “Uma aventura no ártico”.
Esse é um dos poucos onde a mente criminosa sae bem no final, ou seja, não há moral na história. Apenas e simplesmente o prazer de ler uma narrativa que, mesmo sendo literatura juvenil, é interessante pelo diferente.
Indicação Midiarte
Eoin Colfer (Tradução Alves Calado)
Editora Record – 2003
Por Zezé Belaz
Ártemis Fowl é um gênio adolescente de 13 anos que constroe o Cubo V, protegido pelo código eterno. O Cubo V é um computador poderoso que faz qualquer coisa, desde invadir computadores até mudar direção de satélites.
Com esse aparelho, o jovem tenta chantagear um poderoso americano chamado Jon Spiro, dono de uma empresa de informática, com passado sombrio e algumas ligações com a máfia.
No entanto, esse encontro e essa suposta chantagem dá errado, o Cubo V é roubado e Butler, seu guarda-costas e amigo é gravemente ferido.
Spiro não consegue decifrar o código eterno, contrata bandidos para pegar Ártemis, pois somente este conhece o segredo.
O Cubo V em mãos erradas como as de Spiro, pode levar o descobrimento do Povo das Fadas que graças a aventuras anteriores se tornaram amigos de Fowl. Tanto que para recuperar o aparelho, Fowl receberá a ajuda da Capitã do LEP (Liga de Elite da Polícia do Povo das Fadas), Holly Short.
Esse livro é interessante pelo simples fato de que o mocinho nada mais é do que um anti-herói. Essa aventura traz ainda uma mistura de espionagem com seres encantados.
E mais uma vez, a ficção traz a tona a era da tecnologia que domina; Primeiro, com as conhecidas, dos humanos e depois com coisas altamente futuristas com o povo das fadas.
Ártemis Fowl – O Código Eterno é o terceiro livro de uma trilogia (8º livro do autor). Os primeiros livros da série foram “O menino prodígio do crime” e “Uma aventura no ártico”.
Esse é um dos poucos onde a mente criminosa sae bem no final, ou seja, não há moral na história. Apenas e simplesmente o prazer de ler uma narrativa que, mesmo sendo literatura juvenil, é interessante pelo diferente.
Indicação Midiarte

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