Ex-aluno Evandro Mosca canta na abertura do Festival
A Escola Plínio Rodrigues de Moraes apresentou na ultima quinta-feira, 23, o festival de música inglesa, SuperStar Festival. O Festival contou com a participação de alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Unidade de Educação de Jovens e Adultos (UEJA).
Maria de Lourdes da Rocha Sandei, professora de inglês e idealizadora do projeto, percebeu a necessidade de seus alunos no aprendizado de língua estrangeira. “Esse evento surgiu para incentivar a aprendizagem, oportunizar o protagonismo juvenil, envolver a comunidade tanto interna como externa e estimular a aptidão musical e artística dos alunos”, conta a professora.
Em seu sexto ano, o SuperStar Festival, segundo Maria de Lourdes, teve um avanço significativo no ensino do novo idioma. “Houve muita evolução desde o primeiro festival. Percebi um interesse maior pela disciplina, pelo ensino de língua inglesa. O nível dos intérpretes melhorou muito porque eles se preparam o ano todo para esse evento e também um número maior de parcerias das empresas locais”, conta.

Prof. Maria de Lourdes, idealizadora do projeto.
O custo do ingresso foi de R$ 3,00 ou 15 latinhas de alumínio, toda a arrecadação do evento será destinada a ajudar uma aluna. “A entrada será revertida para uma estudante de nossa escola que é cadeirante. Ela precisa mudar para uma cadeira motorizada e nós estamos trabalhando em cima disso”, diz Osinaldo de Oliveira, diretor da Escola Plínio.
Para Osinaldo, a escola não pode mais trabalhar em um contexto disciplinar. “A questão do multi ou inter-disciplinar é essencial. O festival não pode ser encarado apenas como um festival de música, e sim que a escola está envolvida em outras coisas, como por exemplo, com o meio ambiente no caso das latinhas e com solidariedade no caso de nossa aluna. E os alunos tem que ter essa concepção humanitária”, ressalta o diretor.
A produção do evento começa a ser pensada desde o início do ano. E seus participantes são preparados e orientados durante todo o processo. “Em maio, fizemos as reuniões e os ensaios começaram em agosto. Foram dois meses de preparação, aos sábados e domingos”, relata Maria de Lourdes.
Todos os intérpretes são alunos do Plínio e a banda que os acompanha é formada por alunos e ex-alunos da escola. “Os alunos passaram por um processo de seleção. Em um dia, fizeram uma apresentação e a banda fez a escolha. E depois, os intérpretes foram orientados, com a musica escolhida, pela banda”, conta a professora.
O grande intuito da escola é dar a chance para os alunos aprenderem melhor e despertar suas habilidades. “Nós temos que oportunizar. A escola é para a oportunidade. Cada um descobre o que gosta. Vamos oportunizando, ou seja, vamos abrindo o leque e cada um vai se encaixando da melhor forma,” relata Oliveira.
Para Osinaldo, a escola não pode mais trabalhar em um contexto disciplinar. “A questão do multi ou inter-disciplinar é essencial. O festival não pode ser encarado apenas como um festival de música, e sim que a escola está envolvida em outras coisas, como por exemplo, com o meio ambiente no caso das latinhas e com solidariedade no caso de nossa aluna. E os alunos tem que ter essa concepção humanitária”, ressalta o diretor.
A produção do evento começa a ser pensada desde o início do ano. E seus participantes são preparados e orientados durante todo o processo. “Em maio, fizemos as reuniões e os ensaios começaram em agosto. Foram dois meses de preparação, aos sábados e domingos”, relata Maria de Lourdes.
Todos os intérpretes são alunos do Plínio e a banda que os acompanha é formada por alunos e ex-alunos da escola. “Os alunos passaram por um processo de seleção. Em um dia, fizeram uma apresentação e a banda fez a escolha. E depois, os intérpretes foram orientados, com a musica escolhida, pela banda”, conta a professora.
O grande intuito da escola é dar a chance para os alunos aprenderem melhor e despertar suas habilidades. “Nós temos que oportunizar. A escola é para a oportunidade. Cada um descobre o que gosta. Vamos oportunizando, ou seja, vamos abrindo o leque e cada um vai se encaixando da melhor forma,” relata Oliveira.
Diretor da Escola Plínio Rodrigues de Moraes, Osinaldo de Oliveira.Para o diretor Oliveira, as pessoas voluntárias são a maior parceria que esse evento faz. “As pessoas que nos ajudam, oferecendo o seu tempo, vindo a escola, ensaiando, são nossas maiores parceiras. Doando a sua noite de trabalho e seus finais de semana que muitas vezes lhe custam caro”, agradece.
“O que importa é o show e os alunos precisam ver que numa escola pública é possível se fazer espetáculo. O próprio evento mostrou o quanto a escola é organizada, é como um espelho”, conclui Oliveira.
Fernanda Bufo e Daniel Moura na versão de Titanic na abertura do Festival
Abertura do Festival
Nenhum comentário:
Postar um comentário